Renato Ritton

E aí, tá feliz com sua vida?

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Quando foi a última vez que você parou pra pensar sobre a sua vida? Algo do tipo: Sou feliz? Gosto do meu trabalho? Amo o que faço? Estou satisfeito com o que ganho? Tenho uma família feliz? Tenho bons relacionamentos? Minha vida pode ser melhor? Posso ser mais feliz? Tenho direito a tudo isso? Mereço uma vida melhor? O que tenho feito pra isso acontecer? Se você quer melhorar sua vida eu te desafio a ler esse texto até o fim.

Santo Agostinho dizia que é preciso “desejar” porque assim vamos alargando nosso interior pra receber cada vez mais daquilo que desejamos. Penso que um dos grandes desafios dos tempos modernos seja esse, porque o desejar está ligado ao esperar, e estamos sendo cada vez mais acostumados a não esperar, porque nos ensinaram que tempo é dinheiro, que a vida passa rápido, que precisamos produzir e que as coisas precisam acontecer na hora. Pulamos etapas e nos esquecemos que na vida quase tudo é um processo. A mulher que fica grávida precisa esperar 9 meses para ter seu bebê nos braços, a semente que é plantada, precisa ser cultivada, para crescer e produzir seus frutos, mas isso leva tempo, quem começa a trabalhar hoje não terá um excelente salário no dia seguinte, mas deverá passar por um processo de aprendizado e crescimento profissional. Quando queremos pular etapas e entrar na correria do tudo pra agora, muito provavelmente, teremos dificuldades em alcançar a felicidade e seremos inundados pela ansiedade.

Se você for sincero e investir tempo para encontrar respostas às perguntas que fiz no início, provavelmente, estará entrando num processo de transformação que começa no interior e atinge o exterior. A dificuldade de muitas pessoas é parar pra pensar mais profundamente sobre isso, porque se tem a sensação de que está perdendo tempo e acabamos ficando prisioneiros de uma vida medíocre. Penso que a situação fica ainda mais complicada quando estamos acostumados e de certa maneira “felizes” com a vida medíocre que levamos. A pouco tempo estive conversando com uma pessoa que quase tudo em sua vida deu errado, mas quando perguntei se ela estava feliz com a vida que levava fui surpreendido com um sonoro sim, ou seja, ela está feliz com a vida que leva mesmo com quase tudo dando errado e, portanto, segundo a sua visão não precisa mudar. Costumo dizer que quem nunca bebeu vinho de excelente qualidade não sabe a diferença que existe entre vinho bom e ruim e continuará bebendo seu vinho de péssima qualidade e ficará feliz. O mesmo acontece com pessoas que têm uma vida medíocre, sem tempo pra lazer, pra saúde, pra família, sem bons relacionamentos, sem fazer o que ama, sem um bom retorno financeiro, mas mesmo assim não estão dispostos a começar um processo de transformação e preferem continuar vivendo a vida da mesma maneira. Talvez seja por isso que músicas do tipo “deixa a vida me levar” fazem tanto sucesso.

Vou colocar novamente as perguntas aqui e sinceramente desejo que você responda e, se possível escreva suas respostas num papel. Sou feliz? Gosto do meu trabalho? Amo o que faço? Estou satisfeito com o que ganho? Tenho uma família feliz? Tenho bons relacionamentos? Minha vida pode ser melhor? Posso ser mais feliz? Tenho direito a tudo isso? Mereço uma vida melhor? O que tenho feito pra isso acontecer? O que vou fazer a partir de agora pra conquistar aquilo que desejo?

Desejo que esse pequeno texto ajude você a refletir e tomar algumas iniciativas para viver uma vida muito melhor. Por favor, se você gostou compartilha essa matéria com as pessoas que você imagina que deveriam lê-la.

um grande abraço e seja feliz.
Renato Ritton

Centive Avante

Sobre o autor | Website

Renato é casado com a Kelly há 21 anos. Como Coach de Relacionamento, tem como projeto de vida contribuir para que os casais elevem seus relacionamentos a um novo patamar. Renato é certificado Personal & Professional Coaching pela Sociedade Brasileira de Coaching, sócio da empresa Casal em Foco Mudança de Comportamento Ltda. e co-fundador do Blog CASAL EM FOCO. Renato além de empresário é Bacharel em Ciência Contábeis, formado pela Universidade Gama Filho em 1991 com especialização em Auditoria e Perícia Contábil. Renato é também autor dos livros: “Não seja incrédulo, mas homem de fé!”, “O poder do verdadeiro anúncio”, “Se eu me calar, as pedras falarão” e “Atitudes Transformadoras”

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